Maria Luiza
Maria Bezerra de Miranda · nasceu em 1949
Maria Luiza se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PV (2008–2016), PROS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, até o fundamental, dona de casa, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Maria Luiza declarou R$ 53,9 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Maria LuizaR$ 53,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Maria Luiza declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereadora: R$ 3,5 mil, 53% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Luiziânia (SP) · PROS · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereadora, Luiziânia (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 4,50 por voto. Quem venceu, Edimar Do Fabinho, gastou R$ 1,52 por voto. O voto mais caro custou R$ 36,7; o mais barato, R$ 1,52.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 4 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Pedro Serejo PROSR$ 991 · 27 votosR$ 36,7
- Silmara Saraiva DEMR$ 7 mil · 283 votosR$ 24,8
- Beto Do Bar MDBR$ 681 · 108 votosR$ 6,30
- Dió MDBR$ 328 · 57 votosR$ 5,76
- Nicomedio Saraiva MDBR$ 689 · 153 votosR$ 4,50
- William Bertaglia MDBR$ 321 · 85 votosR$ 3,78
- Balé MDBR$ 681 · 183 votosR$ 3,72
- Edimar Do Fabinho DEMR$ 457 · 301 votosR$ 1,52
Votos por real
- 2012, vereadora: 21 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.