Apuração
Deputada estadual · 2010 · DEM

Maria Lúcia Mendonça

Maria Lúcia Soares de Mendonça · nasceu em 1943

Maria Lúcia Mendonça se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleita em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,60← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2006MOBILIZA2008DEM2010DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputada estadual, em 2006.

Passou por 2 partidos: DEM (2004), MOBILIZA (2006), DEM (2008–2010).

Dep. estadualPrefeitaPartidoDEMMOBILIZADEM2004200620082010
eleitasuplente ou vicenão eleitanão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2010, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2010: 67 anos, superior completo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputada estadual · Minas Gerais
    DEM 25225· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2008
    Prefeita · Cataguases (MG)
    DEM 25· direita· na urna, Maria Lúcia
    não eleita5.754 votos, 13,8%
  3. 2006
    Deputada estadual · Minas Gerais
    MOBILIZA 33133· centro-direita· na urna, Maria Lucia
    eleita22.151 votos; 122º mais votada de 852 no estado
  4. 2004
    Prefeita · Cataguases (MG)
    DEM 25· direita· na urna, Maria Lúcia
    não eleita12.213 votos, 30,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Maria Lúcia Mendonça teve 22.151 votos para deputada estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 122º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 153 cidades. Cataguases deu 81,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,0%.

22.151 votos
votos para deputada estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 22.151 votos.
  1. Cataguases (MG)18.031 votos81,4%
  2. Leopoldina (MG)658 votos3%
  3. Palma (MG)417 votos1,9%
  4. Juiz de Fora (MG)307 votos1,4%
  5. Lima Duarte (MG)209 votos0,9%
  6. Outras 138 cidades1.338 votos6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Maria Lúcia Mendonça declarou R$ 405,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 345,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 405,9 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 164.158 na declaração)

Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2010.

  • Maria Lúcia MendonçaR$ 405,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 149,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 405,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Maria Lúcia Mendonça declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputada estadual: R$ 463 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputada estadual · Minas Gerais · DEM · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 462,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 462,7 mil.
  1. PartidoTudo de Diretório Estadual/DistritalR$ 223,2 mil48,2%
  2. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 167,7 mil36,2%
  3. Próprio bolsoR$ 34,2 mil7,4%
  4. Outros candidatosTudo de Eleição 2010 Diego Leonardo De Andrade Carvalho Deputado FederalR$ 25,4 mil5,5%
  5. EmpresasR$ 12,2 mil2,6%

Para onde foi

R$ 462,7 mil
O maior gasto foi com serviços: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 462,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços61 pessoas, não nomeadasR$ 183 mil39,5%
  2. EventosR$ 17,5 mil3,8%
  3. EscritórioR$ 16,6 mil3,6%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 3.9090,8%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Minas Gerais, 2010

Mediana da disputa: R$ 51,4 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 18,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 18,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeita: 13 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
  • 2006, deputada estadual: 94 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, prefeita: 323 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.