Maria do Livramento
Maria do Livramento Candido da Cruz · nasceu em 1978
Maria do Livramento se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleita em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Maria do Livramento declarou R$ 7.669 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 59,7 mil, já descontada a inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2012.
- Maria do LivramentoR$ 7.669
- Mediana dos candidatosR$ 6.574
- Mediana dos eleitosR$ 54,8 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Maria do Livramento declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 1,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Pilões (PB) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Pilões (PB), 2016
Mediana da disputa: R$ 10,6 por voto. Quem venceu, Bastinho Da Farmacia, gastou R$ 5,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 16,8; o mais barato, R$ 5,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edilson PRPR$ 6,7 mil · 401 votosR$ 16,8
- Pitú PRTBR$ 3,7 mil · 235 votosR$ 15,5
- Luis Acelino PSBR$ 1,9 mil · 142 votosR$ 13,3
- Gordo PSDR$ 3,8 mil · 288 votosR$ 13,1
- Joao Filho PTBR$ 3,4 mil · 292 votosR$ 11,5
- Noemia PSBR$ 2,6 mil · 232 votosR$ 11,4
- Mateus DCR$ 2,9 mil · 273 votosR$ 10,6
- Claudinho PRTBR$ 1,9 mil · 206 votosR$ 9,04
- Xiu PSLR$ 3,1 mil · 384 votosR$ 8,09
- Doidera PRPR$ 2,2 mil · 276 votosR$ 8,00
- Diogenes Correinha PSDR$ 2,7 mil · 395 votosR$ 6,89
- Bastinho Da Farmacia PVR$ 1,9 mil · 332 votosR$ 5,86
Votos por real
- 2012, vereadora: 143 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 162 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.