Apuração
Vereadora · 2004 · PT

Maria de Lourdes

Maria de Lourdes Fonseca Lose · nasceu em 1947

Maria de Lourdes se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. federalVereadoraPartidoPT20022004
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 57 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor publico). O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereadora · Rio Grande (RS)
    PT 13699· centro-esquerda
    suplente
  2. 2002
    Deputada federal · Rio Grande do Sul
    PT 1369· centro-esquerda· na urna, Maria de Lourdes Lose
    suplente16.114 votos; 75º mais votada de 197 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Maria de Lourdes teve 16.114 votos para deputada federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 75º lugar entre 197 candidatos.

Recebeu votos em 258 cidades. Rio Grande deu 86,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,0%.

16.114 votos
votos para deputada federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 16.114 votos.
  1. Rio Grande (RS)13.938 votos86,5%
  2. Porto Alegre (RS)266 votos1,7%
  3. Santa Maria (RS)213 votos1,3%
  4. São José do Norte (RS)128 votos0,8%
  5. Bento Gonçalves (RS)98 votos0,6%
  6. Outras 243 cidades1.120 votos7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Maria de Lourdes declarou ao TSE R$ 42 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputada federal: R$ 25 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereadora · Rio Grande (RS) · PT · suplente

De onde veio

R$ 16,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 9 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,6 mil.
  1. Outros candidatosR$ 8.14549,1%
  2. PessoasR$ 6.66940,2%
  3. Próprio bolsoR$ 1.4378,7%
  4. OutrosR$ 3262%

Para onde foi

R$ 16,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 86% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,6 mil.
  1. Material impressoR$ 14,3 mil86,1%
  2. EventosR$ 1.1737,1%
  3. TransporteR$ 4562,8%
  4. ServiçosR$ 3262%
  5. EscritórioR$ 1761,1%
  6. PessoalR$ 1010,6%
  7. OutrosR$ 680,4%

Quanto custou cada voto: vereadora, Rio Grande (RS), 2004

Mediana da disputa: R$ 15,7 por voto. Quem venceu, Boka (Sandro), gastou R$ 9,09 por voto. O voto mais caro custou R$ 45; o mais barato, R$ 9,09.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereadora: 60 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
  • 2002, deputada federal: 640 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.