Maria da Luz
Maria da Luz Lemos do Prado · nasceu em 1970
Maria da Luz se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2012), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, ensino médio, agente administrativo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Maria da Luz declarou R$ 19,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 76,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 67% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Maria da LuzR$ 19,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Maria da Luz declarou ao TSE R$ 7,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Brasilândia de Minas (MG) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Brasilândia de Minas (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 30,9 por voto. Quem venceu, Wilson Zica, gastou R$ 23,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,7; o mais barato, R$ 21,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fernandinho Sanfoneiro PSDR$ 5,6 mil · 121 votosR$ 46,7
- Felipe Andrade MDBR$ 11 mil · 259 votosR$ 40,9
- Marcio Alves SOLIDARIEDADER$ 8,8 mil · 236 votosR$ 37,1
- Ze Do Bode MDBR$ 5,1 mil · 142 votosR$ 35,6
- Ronaldao PHSR$ 6 mil · 182 votosR$ 32,8
- Joao Henrique Do Joaozin Zica PSDR$ 8,3 mil · 259 votosR$ 31,9
- Delourdes Magalhães REPUBLICANOSR$ 6,6 mil · 212 votosR$ 30,9
- Valdenisia PSDR$ 4,6 mil · 158 votosR$ 29,1
- Edinho Do Onibus MDBR$ 7 mil · 294 votosR$ 23,9
- Wilson Zica PSDR$ 6,2 mil · 263 votosR$ 23,8
- Jiló PSDBR$ 5,7 mil · 267 votosR$ 21,5
- Ze Rajado MDBR$ 5,4 mil · 250 votosR$ 21,4
Votos por real
- 2016, vereadora: 46 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 34 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.