Maria Brauna
Maria do Carmo Nunes Brauna · nasceu em 1949
Maria Brauna se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleita em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: DEM (2002–2004), REPUBLICANOS (2008), PL (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008Vereadora · Porto Nacional (TO)REPUBLICANOS 10123· centro-direita· na urna, Professora Maria Braunanão eleita
- 2004
- 2002Deputada estadual · TocantinsDEM 25555· direita· na urna, Professora Maria Braúnasuplente2.995 votos; 50º mais votada de 264 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Maria Brauna teve 2.995 votos para deputada estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 50º lugar entre 264 candidatos.
Recebeu votos em 93 cidades. Palmas deu 26,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 82,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Maria Brauna declarou R$ 574,6 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 466,7 mil acima da inflação.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2020.
- Maria BraunaR$ 574,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 33 mil
- Mediana dos eleitosR$ 94,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Maria Brauna declarou ao TSE R$ 117 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputada estadual: R$ 109 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Porto Nacional (TO) · PL · não eleita
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 4.21799,5%
- EscritórioR$ 200,5%
Quanto custou cada voto: vereadora, Porto Nacional (TO), 2020
Mediana da disputa: R$ 83,7 por voto. Quem venceu, Adael, gastou R$ 31,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.767; o mais barato, R$ 31,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eli.Com PLR$ 14 mil · 8 votosR$ 1.767
- Max Da Eletrônica PLR$ 22 mil · 51 votosR$ 430
- Wilton Belem PLR$ 22 mil · 71 votosR$ 315
- Nayra Ribeiro PLR$ 14 mil · 50 votosR$ 282
- Pedro Henrique PLR$ 68 mil · 266 votosR$ 255
- Argemiro PLR$ 29 mil · 325 votosR$ 89,2
- Weliton Ribeiro PSDR$ 16 mil · 188 votosR$ 83,7
- Gaguim PLR$ 29 mil · 369 votosR$ 78,8
- Jefferson Lopes MDBR$ 26 mil · 579 votosR$ 45,2
- Rosangela Mecenas REPUBLICANOSR$ 18 mil · 442 votosR$ 41,2
- Arlindo Da Rebram MDBR$ 20 mil · 499 votosR$ 40,1
- Adael PSDR$ 16 mil · 501 votosR$ 31,3
Votos por real
- 2020, vereadora: 5 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 56 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2002, deputada estadual: 27 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.