Apuração
Vereadora · 2008 · MDB

Maria

Maria de Andrade Barbosa · nasceu em 1963

Maria disputou uma eleição, em 2008, para vereadora (Três Forquilhas (RS)), pelo MDB: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoMDB2008
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 44 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    MDB 15333· centro
    suplente24 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Maria declarou R$ 485,4 mil em bens, em reais de hoje: 4,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 485,4 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 180.000 na declaração)

Declarou 4,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • MariaR$ 485,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 485,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Terreno rural de 12 hetaresR$ 188,7 mil
    Bens rurais e animais
  2. Casa de alvenaria 112M2R$ 107,9 mil
    Imóveis
  3. Tereno bairro guaraniR$ 107,9 mil
    Imóveis
  4. Casa de alvenariaR$ 80,9 mil
    Imóveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Maria declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereadora · Três Forquilhas (RS) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 1.644
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.644.
  1. Próprio bolsoR$ 1.58296,4%
  2. PartidoR$ 593,6%

Para onde foi

R$ 1.644
O maior gasto foi com transporte: 84% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.644.
  1. TransporteR$ 1.38484,3%
  2. Material impressoR$ 19812,1%
  3. OutrosR$ 593,6%

Quanto custou cada voto: vereadora, Três Forquilhas (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 22 por voto. Quem venceu, Decio, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 252; o mais barato, R$ 12,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Serjão PPR$ 3,8 mil · 15 votosR$ 252
  • Silverio PPR$ 3,5 mil · 83 votosR$ 42,1
  • Wilmar PPR$ 3,3 mil · 125 votosR$ 26,7
  • Evair MDBR$ 5,1 mil · 204 votosR$ 25,2
  • Lica PPR$ 3,2 mil · 127 votosR$ 25,1
  • Mirian Vitt PPR$ 2,7 mil · 121 votosR$ 22,2
  • Zé Do Bento PPR$ 3,4 mil · 153 votosR$ 22
  • Valdomiro PTR$ 3,3 mil · 164 votosR$ 20,4
  • Robinho PSDBR$ 2,3 mil · 130 votosR$ 17,9
  • Lola PPR$ 4,6 mil · 279 votosR$ 16,4
  • Jairo DEMR$ 2,5 mil · 193 votosR$ 13,2
  • Decio MDBR$ 2,3 mil · 181 votosR$ 12,7

Votos por real

  • 2008, vereadora: 15 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.