Mari
Maria Eli Rodrigues de Lima · nasceu em 1960
Mari se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleita em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008.
Passou por 2 partidos: PSDB (2008), PL (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mari declarou R$ 99,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 39,9 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- MariR$ 99,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Mari declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 2,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Jaborá (SC) · PL · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Jaborá (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 57,2 por voto. Quem venceu, Mauro, gastou R$ 30,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 570; o mais barato, R$ 30,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carme Varela MDBR$ 9,1 mil · 16 votosR$ 570
- Profe Ines MDBR$ 9,1 mil · 23 votosR$ 397
- Ederson Moresco MDBR$ 7,5 mil · 36 votosR$ 209
- Pedro Rauber PTR$ 9,4 mil · 58 votosR$ 162
- Dirceu Cervelin MDBR$ 9,1 mil · 134 votosR$ 68,1
- Ronei Mores MDBR$ 9,1 mil · 142 votosR$ 64,2
- Lile - Adalir De Santi PTR$ 8,9 mil · 156 votosR$ 57,2
- Sergio Valdir Muller MDBR$ 9,1 mil · 183 votosR$ 49,8
- Vanilce Beber MDBR$ 9,4 mil · 195 votosR$ 48,3
- Nano - Ronaldo Cadore MDBR$ 9,1 mil · 196 votosR$ 46,3
- Itamar Toigo MDBR$ 9,1 mil · 214 votosR$ 42,7
- Mauro MDBR$ 9,1 mil · 299 votosR$ 30,5
Votos por real
- 2008, vereadora: 69 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.