Apuração
Deputado estadual · 2022 · PDT

Marcus Cavalcante

Marcus Antonio Cavalcante Lima · nasceu em 1966

Marcus Cavalcante se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em 2.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008PSB2018PTB2022PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2018.

Passou por 4 partidos: MDB (2004), PSB (2008), PTB (2018), PDT (2022).

Dep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoMDBPSBPTBPDT’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, suplente.

Declarou ao TSE em 2022: 56 anos, superior completo, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Acre
    PDT 12111· centro-esquerda
    suplente5.520 votos; 24º mais votado de 333 no estado
  2. 2018
    Deputado estadual · Acre
    PTB 14333· centro-direita
    eleito4.044 votos; 25º mais votado de 436 no estado
  3. 2008
    Vice-prefeito · Feijó (AC)
    PSB 13· centro-esquerda
    Na chapa de Juarez Leitão
    chapa eleita5.746 votos da chapa, 50,4%
  4. 2004
    Vereador · Feijó (AC)
    MDB 15123· centro· na urna, Marco Cavalcante
    eleito334 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Marcus Cavalcante teve 5.520 votos para deputado estadual, 1,3% dos votos válidos do estado: 24º lugar entre 333 candidatos.

Recebeu votos em 21 cidades. Feijó deu 56,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,9%.

5.520 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 5.520 votos.
  1. Feijó (AC)3.110 votos56,3%
  2. Rio Branco (AC)1.043 votos18,9%
  3. Tarauacá (AC)415 votos7,5%
  4. Cruzeiro do Sul (AC)361 votos6,5%
  5. Senador Guiomard (AC)95 votos1,7%
  6. Outras 6 cidades59 votos1,1%
As outras 1 eleições para deputado
4.044 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 4.044 votos.
  1. Feijó (AC)3.377 votos83,5%
  2. Rio Branco (AC)384 votos9,5%
  3. Cruzeiro do Sul (AC)86 votos2,1%
  4. Tarauacá (AC)71 votos1,8%
  5. Senador Guiomard (AC)41 votos1%
  6. Outras 3 cidades3 votos0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Marcus Cavalcante declarou R$ 893,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2022, o total subiu R$ 758,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 893,6 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 741.833 na declaração)

Mais da metade (51%) dos candidatos a deputado estadual no Acre não declarou nenhum bem em 2022.

Cada quadrado é 1% de R$ 893,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcus Cavalcante declarou ao TSE R$ 358 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 196 mil, 98% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado estadual · Acre · PDT · suplente

De onde veio

R$ 196,4 mil
98% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 196,4 mil.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2022 Jesus Sergio De Menezes Deputado FederalR$ 121,3 mil61,8%
  2. Fundo eleitoralTudo de Partido Democratico TrabalhistaR$ 71,5 mil36,4%
  3. PessoasR$ 3.6031,8%

Para onde foi

R$ 181,3 mil
O maior gasto foi com transporte: 32% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 181,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de A. C. NascimentoR$ 38,7 mil21,3%
  2. Pessoal42 pessoas, não nomeadasR$ 25,7 mil14,2%
  3. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 20,4 mil11,3%
  4. PesquisasTudo de Data Control Instituto De Pesquisa LtdaR$ 18 mil9,9%
  5. EscritórioR$ 1720,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Acre, 2022

Mediana da disputa: R$ 141 por voto. Quem venceu, Nicolau Junior, gastou R$ 28,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.840; o mais barato, R$ 28,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 30 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 38 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.