Marcos Susin
Marcos Antônio Nozari Susin · nasceu em 1953
Marcos Susin se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, superior completo, agrônomo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Passo Fundo (RS)PP 12· direitaNa chapa de Marcio Patussichapa não eleita30.908 votos da chapa, 30,6%
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcos Susin declarou R$ 2,1 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 246,3 mil, já descontada a inflação.
Os 12 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- terras de campo em mato 365R$ 731,4 milOutros bens imóveis rural
- apto 1202 com 151R$ 542,4 milApartamento
- cota capital cooperativa triticola sarandiR$ 450,2 milQuotas ou quinhões de capital
- apto 401 com área 257R$ 175,6 milApartamento
- cota capital sicredi Passo FundoR$ 65,6 milQuotas ou quinhões de capital
- cota capital social CoprelR$ 34,1 milQuotas ou quinhões de capital
- sala 402 com área 49R$ 19,4 milSala ou conjunto
- sala 406 com area 39R$ 15,4 milSala ou conjunto
- sala 404 com area 38R$ 15,1 milSala ou conjunto
- Box 07 com área de 15R$ 12,2 milOutros bens imóveis
- Box 08 com área 15R$ 12,2 milOutros bens imóveis
- Ourocap Banco do BrasilR$ 6.833Outras aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcos Susin declarou ao TSE R$ 63 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 34 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Passo Fundo (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 26,8 mil78,5%
- PartidoR$ 4.66113,7%
- EmpresasR$ 2.6777,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 14,7 mil43%
- Material impressoR$ 11,5 mil33,7%
- OutrosR$ 6.13418%
- TransporteR$ 1.1513,4%
- EscritórioR$ 6481,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Passo Fundo (RS), 2008
Mediana da disputa: R$ 59,9 por voto. Quem venceu, Luiz Miguel, gastou R$ 18,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 175; o mais barato, R$ 18,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Hildo Wollmann PPR$ 148 mil · 843 votosR$ 175
- Ivan Dametto PPR$ 80 mil · 705 votosR$ 114
- Janaina De Oliveira PPR$ 89 mil · 1.161 votosR$ 76,6
- Édison Nunes PPR$ 92 mil · 1.268 votosR$ 72,8
- Tadeu Karczeski PDTR$ 71 mil · 1.102 votosR$ 64,4
- Adelar Aguiar PTR$ 61 mil · 993 votosR$ 61,8
- Sachet PLR$ 89 mil · 1.493 votosR$ 59,9
- Ze Eurides PSBR$ 65 mil · 1.591 votosR$ 40,6
- Diogenes Basegio PDTR$ 103 mil · 2.648 votosR$ 38,9
- Juliano Roso PC do BR$ 82 mil · 2.232 votosR$ 36,5
- Pedro Daneli MDBR$ 53 mil · 1.899 votosR$ 28,1
- Luiz Miguel PDTR$ 53 mil · 2.877 votosR$ 18,6
Votos por real
- 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.