Marcos Pupo ( Ratão)
Jose Marcos Pupo Mercias · nasceu em 1967
Marcos Pupo ( Ratão) se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2004), PV (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 41 anos, superior completo, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Marcos Pupo ( Ratão) declarou R$ 207,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 4,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Marcos Pupo ( Ratão)R$ 207,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcos Pupo ( Ratão) declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Mongaguá (SP) · PV · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Mongaguá (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 73 por voto. Quem venceu, Marcio Cabeça, gastou R$ 35,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 249; o mais barato, R$ 35,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Jocy Junior PSBR$ 67 mil · 267 votosR$ 249
- Dona Aida DEMR$ 99 mil · 711 votosR$ 139
- Si PSBR$ 42 mil · 321 votosR$ 130
- Eduardo Besni PSBR$ 40 mil · 474 votosR$ 84,5
- Silvio Do Itaoca PTBR$ 40 mil · 541 votosR$ 73,2
- Lira PSDBR$ 62 mil · 853 votosR$ 73
- Dr. Lazinho MDBR$ 43 mil · 667 votosR$ 64,6
- Zé Pedro CIDADANIAR$ 70 mil · 1.128 votosR$ 61,8
- Rafael Redó DEMR$ 58 mil · 1.030 votosR$ 56,5
- Jacó Neto PPR$ 43 mil · 996 votosR$ 43,1
- Marcio Cabeça PSDBR$ 48 mil · 1.356 votosR$ 35,5
Votos por real
- 2008, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 9 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.