Marcos Pachequinho
Antonio Marcos Cardoso da Silva · nasceu em 1971
Marcos Pachequinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 5 partidos: PT (2004), PSB (2012), PP (2016), PC do B (2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 53 anos, ensino médio, técnico em agronomia e agrimensura, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marcos Pachequinho declarou R$ 207,7 mil em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 36 mil, já descontada a inflação.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2024.
- Marcos PachequinhoR$ 207,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 11 mil
- Mediana dos eleitosR$ 90 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Terreno na sede do municipioR$ 88,4 milTerreno
- Terreno no povoado de pedra vermelhaR$ 33,1 milTerreno
- Veiculo gol 1.0R$ 30,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno no povoado de lagoa de cimaR$ 27,6 milTerreno
- Terreno na cidade de quijingueR$ 27,6 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcos Pachequinho declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,5 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Monte Santo (BA) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.04762,1%
- Outros candidatosR$ 2.46637,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.73467,6%
- TransporteR$ 1.31232,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Santo (BA), 2024
Mediana da disputa: R$ 6,18 por voto. Quem venceu, Bira Do Valtinho, gastou R$ 3,00 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.587; o mais barato, R$ 3,00.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Hugo Andrade PODER$ 7,2 mil · 2 votosR$ 3.587
- Letinha PODER$ 22 mil · 32 votosR$ 684
- Edinora PODER$ 11 mil · 24 votosR$ 456
- Marcos Da Universal REPUBLICANOSR$ 5,5 mil · 30 votosR$ 182
- Iure Santana MDBR$ 20 mil · 1.444 votosR$ 14,2
- Nigerfson Barbosa PDTR$ 6 mil · 929 votosR$ 6,48
- Paulina PSDR$ 6,5 mil · 1.054 votosR$ 6,18
- Cleber Do Rege PSDR$ 5,6 mil · 903 votosR$ 6,16
- Adailton Da Pax PSBR$ 4,8 mil · 832 votosR$ 5,78
- Adriana Costa PTR$ 5,8 mil · 1.281 votosR$ 4,56
- Dr Adriano Dias PSDR$ 5,1 mil · 1.640 votosR$ 3,08
- Bira Do Valtinho PSBR$ 4,6 mil · 1.531 votosR$ 3,00
Votos por real
- 2024, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 299 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.