Marcos George
Marcos George de Medeiros · nasceu em 1975
Marcos George disputou uma eleição, em 2006, para deputado federal (Rio Grande do Norte), pelo PC do B: suplente.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.
Declarou ao TSE em 2006: 31 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2006Deputado federal · Rio Grande do NortePC do B 6555· esquerdasuplente12.740 votos; 17º mais votado de 68 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Marcos George teve 12.740 votos para deputado federal, 0,8% dos votos válidos do estado: 17º lugar entre 68 candidatos.
Recebeu votos em 158 cidades. Natal deu 7,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 58,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2006, Marcos George declarou R$ 226,6 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte.
Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Norte em 2006.
- Marcos GeorgeR$ 226,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 142,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.