Marcos Garcia
Marcos Antonio Garcia Galindo · nasceu em 1957
Marcos Garcia se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2012: 55 anos, superior completo, fiscal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Marcos Garcia declarou R$ 8.765 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 29 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Marcos Garcia declarou ao TSE R$ 1,2 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Alagoinha (PE) · PC do B · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.03182,8%
- PessoasR$ 21417,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.03182,8%
- OutrosR$ 21417,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Alagoinha (PE), 2008
Mediana da disputa: R$ 12,2 por voto. Quem venceu, Everaldo, gastou R$ 6,60 por voto. O voto mais caro custou R$ 63,6; o mais barato, R$ 6,60.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Laudivan De Bé PTR$ 5 mil · 79 votosR$ 63,6
- Augusto Simoes PC do BR$ 50 mil · 1.010 votosR$ 49,7
- Marcos Justino PTBR$ 8 mil · 384 votosR$ 20,9
- Waguinho PTBR$ 5,1 mil · 290 votosR$ 17,5
- Clovis PTBR$ 8,3 mil · 475 votosR$ 17,5
- Dora PTR$ 6 mil · 399 votosR$ 14,9
- Flavio PSBR$ 5,6 mil · 463 votosR$ 12,2
- Tião Galindo PTBR$ 6,7 mil · 552 votosR$ 12,1
- Lenilson PTBR$ 6,7 mil · 570 votosR$ 11,7
- Gera PTBR$ 5,4 mil · 493 votosR$ 10,9
- Nezinho PTBR$ 6,7 mil · 669 votosR$ 10
- Everaldo PTBR$ 6,7 mil · 1.014 votosR$ 6,60
Votos por real
- 2008, vereador: 297 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.