Apuração
Deputado estadual · 2018 · PSL

Marcos Farto

Marcos Antonio Ribeiro Farto · nasceu em 1972

Marcos Farto disputou uma eleição, em 2018, para deputado estadual (São Paulo), pelo PSL: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,62← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPSL2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 46 anos, superior completo, policial militar, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · São Paulo
    PSL 17789· direita
    suplente11.823 votos; 297º mais votado de 1.959 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Marcos Farto teve 11.823 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 297º lugar entre 1.959 candidatos.

Recebeu votos em 291 cidades. Marília deu 64,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,8%.

11.823 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 11.823 votos.
  1. Marília (SP)7.665 votos64,8%
  2. Garça (SP)982 votos8,3%
  3. São Paulo (SP)333 votos2,8%
  4. Pompéia (SP)271 votos2,3%
  5. Tupã (SP)247 votos2,1%
  6. Outras 276 cidades1.558 votos13,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Marcos Farto declarou R$ 290,7 mil em bens, em reais de hoje: 6,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 290,7 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 191.000 na declaração)

Declarou 6,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2018.

  • Marcos FartoR$ 290,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 44,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 969,5 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 290,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Marcos Farto declarou ao TSE R$ 7,4 mil em receitas, em reais de hoje.

2018 · Deputado estadual · São Paulo · PSL · suplente

De onde veio

R$ 7.443
0% veio de fundos públicos; 12 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.443.
  1. Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 6.40986,1%
  2. Próprio bolsoR$ 1.03413,9%

Para onde foi

R$ 7.443
O maior gasto foi com material impresso: 91% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.443. Toque numa parte para abrir.
  1. InternetR$ 901,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2018

Mediana da disputa: R$ 27 por voto. Quem venceu, Daniel José, gastou R$ 8,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 194; o mais barato, R$ 8,20.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 1.588 votos por R$ 1.000, 18 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.