Marquinhos Jorge
Antonio Marcos Jorge · nasceu em 1977
Marquinhos Jorge se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em todas.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: REPUBLICANOS (2012), AVANTE (2016), PC do B (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marquinhos Jorge declarou R$ 356,2 mil em bens, em reais de hoje: 50 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 162,3 mil acima da inflação.
Declarou 50 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Ceará em 2020.
- Marquinhos JorgeR$ 356,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 69,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Otica localizada na rua torquato braz N.60R$ 215,5 milLoja
- Localizada em sitio macaraipeR$ 86,2 milCasa rural
- Situado na rua nestor jorge snR$ 43,1 milTerreno
- Dinheiro em especieR$ 7.182Dinheiro em espécie
- Motocicleta marca hondaR$ 4.309Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marquinhos Jorge declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Graça (CE) · PC do B · eleito
De onde veio
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Augusto Brito PrefeitoR$ 3.05776,1%
- Próprio bolsoR$ 96223,9%
Para onde foi
- Material impresso1 pessoas, não nomeadasR$ 56658,8%
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 35436,8%
- RepassesR$ 424,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Graça (CE), 2020
Mediana da disputa: R$ 3,34 por voto. Quem venceu, Augustinho Queiroz, gastou R$ 1,80 por voto. O voto mais caro custou R$ 96,5; o mais barato, R$ 1,80.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lorim Silveira PDTR$ 1,1 mil · 11 votosR$ 96,5
- Socorro Gomes PDTR$ 1,1 mil · 34 votosR$ 31,2
- Adalberto Ferreira PDTR$ 1,1 mil · 82 votosR$ 12,9
- Adriano Araújo PSOLR$ 1,5 mil · 162 votosR$ 9,09
- Vitória Brito PC do BR$ 1,8 mil · 406 votosR$ 4,53
- Professor Agnaldo PDTR$ 2,4 mil · 633 votosR$ 3,81
- Israela Do Jober PC do BR$ 2 mil · 603 votosR$ 3,34
- Dimas Alves PDTR$ 2,8 mil · 996 votosR$ 2,81
- Elizeu PC do BR$ 1,3 mil · 521 votosR$ 2,53
- Totonho PC do BR$ 1,4 mil · 601 votosR$ 2,35
- Jardel Do Epifane PDTR$ 1,1 mil · 484 votosR$ 2,20
- Augustinho Queiroz PDTR$ 1,1 mil · 592 votosR$ 1,80
Votos por real
- 2020, vereador: 415 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 257 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.