Apuração
Vereador · 2020 · PODE

Marquim Dimas

Marcos Donizeti Vieira · nasceu em 1964

Marquim Dimas se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2012MDB2020PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 2 partidos: MDB (2008–2012), PODE (2020).

VereadorPartidoMDBPODE2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Nuporanga (SP)
    PODE 19000· direita
    suplente111 votos
  2. 2012
    Vereador · Nuporanga (SP)
    MDB 15600· centro-direita
    suplente111 votos
  3. 2008
    Vereador · Nuporanga (SP)
    MDB 15600· centro· na urna, Marcos Donizeti Vieira
    eleito122 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marquim Dimas declarou ao TSE R$ 8,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Nuporanga (SP) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 3.362
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.362.
  1. Próprio bolsoR$ 1.96758,5%
  2. Outros candidatosR$ 1.39541,5%

Para onde foi

R$ 3.362
O maior gasto foi com material impresso: 94% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.362.
  1. Material impressoR$ 3.14593,6%
  2. ServiçosR$ 2176,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Nuporanga (SP), 2012

Mediana da disputa: R$ 76,2 por voto. Quem venceu, Serginho Anholeto, gastou R$ 21,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 393; o mais barato, R$ 21,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Marise Verzola PTR$ 26 mil · 67 votosR$ 393
  • Edvaldo Motorista PTR$ 6,7 mil · 34 votosR$ 196
  • Binga Pedreiro MDBR$ 6,9 mil · 49 votosR$ 141
  • Gildo Brasil PTR$ 5,8 mil · 50 votosR$ 117
  • Adriana Busquin MDBR$ 7,2 mil · 67 votosR$ 108
  • Clarezinho PVR$ 11 mil · 145 votosR$ 76,2
  • Robert Soneira PSBR$ 8,6 mil · 169 votosR$ 51,1
  • Monica Gera PTBR$ 16 mil · 315 votosR$ 50,5
  • Rodrigo Ambrozeto CIDADANIAR$ 12 mil · 346 votosR$ 34,5
  • Adriano Cabeleireiro PTBR$ 15 mil · 481 votosR$ 31,1
  • Serginho Anholeto CIDADANIAR$ 11 mil · 526 votosR$ 21,8

Votos por real

  • 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.