Apuração
Vereador · 2016 · PROS

Marcos do Lumiar

Marcos Antonio Reis Oliveira · nasceu em 1972

Marcos do Lumiar se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPROS+0,10← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2016PROS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2004–2008), PROS (2016).

VereadorPartidoPTPROS2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PROS 90123· direita
    suplente304 votos
  2. 2008
    PT 13000· centro-esquerda· na urna, Marcos da Agricultura
    suplente329 votos
  3. 2004
    PT 13000· centro-esquerda
    suplente208 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Marcos do Lumiar declarou R$ 386,7 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 265,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 386,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 238.000 na declaração)

Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.

  • Marcos do LumiarR$ 386,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 386,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcos do Lumiar declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 42 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Ipixuna do Pará (PA) · PROS · suplente

De onde veio

R$ 41,9 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 41,9 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 39,6 mil94,5%
  2. PessoasR$ 2.2835,4%
  3. Outros candidatosR$ 420,1%

Para onde foi

R$ 2.325
O maior gasto foi com serviços: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.325.
  1. ServiçosR$ 82635,5%
  2. Material impressoR$ 77133,1%
  3. TransporteR$ 72931,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Ipixuna do Pará (PA), 2016

Mediana da disputa: R$ 21,7 por voto. Quem venceu, Jandson Fofinho, gastou R$ 12,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 33; o mais barato, R$ 12,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 131 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.