Apuração
Vereador · 2020 · PSDB

Marcos Spínola

Marcos Rezende Spinola · nasceu em 1947

Marcos Spínola se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,04← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2010PDT2012PDT2014PDT2020PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

Passou por 3 partidos: PTB (2004), PDT (2010–2014), PSDB (2020).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPTBPDTPSDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2020: 72 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Cataguases (MG)
    PSDB 45321· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2014
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PDT 12347· centro-esquerda· na urna, Marcos Spinola
    suplente1.061 votos; 439º mais votado de 1.055 no estado
  3. 2012
    Vereador · Cataguases (MG)
    PDT 12345· centro-esquerda· na urna, Marcos Spinola
    suplente
  4. 2010
    Deputado federal · Minas Gerais
    PDT 1214· centro-esquerda· na urna, Marcos de Cataguases
    suplente1.155 votos; 298º mais votado de 524 no estado
  5. 2004
    Vereador · Cataguases (MG)
    PTB 14789· centro-direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Marcos Spínola teve 1.061 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 439º lugar entre 1.055 candidatos.

Recebeu votos em 119 cidades. Cataguases deu 74,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,8%.

1.061 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.061 votos.
  1. Cataguases (MG)793 votos74,7%
  2. Belo Horizonte (MG)66 votos6,2%
  3. Juiz de Fora (MG)28 votos2,6%
  4. Além Paraíba (MG)7 votos0,7%
  5. Itamarati de Minas (MG)6 votos0,6%
  6. Outras 104 cidades119 votos11,2%
As outras 1 eleições para deputado
1.155 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.155 votos.
  1. Cataguases (MG)764 votos66,1%
  2. Belo Horizonte (MG)117 votos10,1%
  3. Juiz de Fora (MG)91 votos7,9%
  4. Itamarati de Minas (MG)11 votos1%
  5. Leopoldina (MG)8 votos0,7%
  6. Outras 86 cidades111 votos9,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Marcos Spínola declarou R$ 339,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2010 e 2014, o total caiu R$ 93,4 mil, já descontada a inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 339,4 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 175.000 na declaração)

Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2014.

  • Marcos SpínolaR$ 339,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 137,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 339,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcos Spínola declarou ao TSE R$ 121 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 66 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Cataguases (MG) · PSDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 1.939
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.939.
  1. Próprio bolsoR$ 1.48676,6%
  2. Outros candidatosR$ 45323,4%

Para onde foi

R$ 1.486
O maior gasto foi com material impresso: 89% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.486.
  1. Material impressoR$ 1.31688,6%
  2. PessoalR$ 17011,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Cataguases (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 18,9 por voto. Quem venceu, Felipe Ramos, gastou R$ 4,30 por voto. O voto mais caro custou R$ 125; o mais barato, R$ 4,30.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 25 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 17 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.