Marcos Damiatti
Marcos Luiz Damiatti · nasceu em 1963
Marcos Damiatti se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PTB (2004–2008), PSB (2012), PL (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 61 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcos Damiatti declarou R$ 21,5 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Marcos DamiattiR$ 21,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Marcos Damiatti declarou ao TSE R$ 3,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 1,1 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Óleo (SP) · PL · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Óleo (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 137 por voto. Quem venceu, Vinicius, gastou R$ 53,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 545; o mais barato, R$ 42,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Jonas Do Ze Paulino MDBR$ 3,3 mil · 6 votosR$ 545
- Milo MDBR$ 3,3 mil · 8 votosR$ 409
- Solange Do Trailer MDBR$ 6 mil · 16 votosR$ 375
- Maria Nelma PLR$ 1,1 mil · 3 votosR$ 365
- Ivanilda Leda PLR$ 1,1 mil · 4 votosR$ 273
- Djalma De Araujo PLR$ 1,1 mil · 8 votosR$ 137
- Joaozinho Minineli PLR$ 13 mil · 101 votosR$ 130
- Vinicius PODER$ 5,5 mil · 103 votosR$ 53,1
- Joao Marcos PLR$ 1,1 mil · 25 votosR$ 43,7
- Afonso Garcia Filho PLR$ 2,2 mil · 51 votosR$ 42,9
Votos por real
- 2020, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 177 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.