Marcos da Luz
Marcos Aurélio Matos da Luz · nasceu em 1960
Marcos da Luz se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PODE (2008–2012), REPUBLICANOS (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, superior completo, economista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcos da Luz declarou R$ 380,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 356,4 mil acima da inflação.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcos da Luz declarou ao TSE R$ 173 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 100 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Parintins (AM) · REPUBLICANOS · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 31,1 mil90,1%
- Outros candidatosR$ 3.4199,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 14,2 mil45,5%
- PessoalR$ 11,3 mil36,4%
- TransporteR$ 4.24613,6%
- EventosR$ 1.4154,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Parintins (AM), 2020
Mediana da disputa: R$ 45,7 por voto. Quem venceu, Tiao Teixeira, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 7.076; o mais barato, R$ 11,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Tania Ferreira MDBR$ 35 mil · 5 votosR$ 7.076
- Adriane Vasconcelos PSBR$ 35 mil · 135 votosR$ 262
- Ana Claudia Vieira MDBR$ 42 mil · 334 votosR$ 127
- Brena Dianna PSDR$ 56 mil · 1.183 votosR$ 47,7
- Vanessa Gonçalves PPR$ 74 mil · 1.569 votosR$ 47,2
- Mateus Assayag PLR$ 71 mil · 1.550 votosR$ 45,7
- Marcia Costa REPUBLICANOSR$ 42 mil · 934 votosR$ 45,5
- Marcia Baranda MDBR$ 57 mil · 1.589 votosR$ 35,6
- Telo Pinto PSDBR$ 24 mil · 1.419 votosR$ 16,8
- Massilon REPUBLICANOSR$ 26 mil · 1.609 votosR$ 15,9
- Tiao Teixeira DEMR$ 16 mil · 1.376 votosR$ 11,4
Votos por real
- 2016, vereador: 9 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.