Apuração
Vereador · 2020 · REPUBLICANOS

Marcos da Luz

Marcos Aurélio Matos da Luz · nasceu em 1960

Marcos da Luz se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,51← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PODE2012PODE2016REPUBLICANOS2020REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: PODE (2008–2012), REPUBLICANOS (2016–2020).

VereadorPartidoPODEREPUBLICANOS2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, superior completo, economista, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Parintins (AM)
    REPUBLICANOS 10222· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2016
    Vereador · Parintins (AM)
    REPUBLICANOS 10222· direita
    eleito902 votos
  3. 2012
    Vereador · Parintins (AM)
    PODE 19000· centro-direita
    suplente690 votos
  4. 2008
    Vereador · Parintins (AM)
    PODE 19789· centro-direita· na urna, Marcos da Luz - Marquinho
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Marcos da Luz declarou R$ 380,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 356,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 380,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 265.000 na declaração)

Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2020.

Cada quadrado é 1% de R$ 380,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcos da Luz declarou ao TSE R$ 173 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 100 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Parintins (AM) · REPUBLICANOS · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 34,6 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 34,6 mil.
  1. Fundo partidárioR$ 31,1 mil90,1%
  2. Outros candidatosR$ 3.4199,9%

Para onde foi

R$ 31,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 31,1 mil.
  1. Material impressoR$ 14,2 mil45,5%
  2. PessoalR$ 11,3 mil36,4%
  3. TransporteR$ 4.24613,6%
  4. EventosR$ 1.4154,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Parintins (AM), 2020

Mediana da disputa: R$ 45,7 por voto. Quem venceu, Tiao Teixeira, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 7.076; o mais barato, R$ 11,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Tania Ferreira MDBR$ 35 mil · 5 votosR$ 7.076
  • Adriane Vasconcelos PSBR$ 35 mil · 135 votosR$ 262
  • Ana Claudia Vieira MDBR$ 42 mil · 334 votosR$ 127
  • Brena Dianna PSDR$ 56 mil · 1.183 votosR$ 47,7
  • Vanessa Gonçalves PPR$ 74 mil · 1.569 votosR$ 47,2
  • Mateus Assayag PLR$ 71 mil · 1.550 votosR$ 45,7
  • Marcia Costa REPUBLICANOSR$ 42 mil · 934 votosR$ 45,5
  • Marcia Baranda MDBR$ 57 mil · 1.589 votosR$ 35,6
  • Telo Pinto PSDBR$ 24 mil · 1.419 votosR$ 16,8
  • Massilon REPUBLICANOSR$ 26 mil · 1.609 votosR$ 15,9
  • Tiao Teixeira DEMR$ 16 mil · 1.376 votosR$ 11,4

Votos por real

  • 2016, vereador: 9 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.