Marcos Correia
Marcos Monteiro Diniz · nasceu em 1966
Marcos Correia se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 5 partidos: MDB (2004), PTB (2008), PSD (2012), PSB (2016), AVANTE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcos Correia declarou R$ 4.874 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 83,9 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcos Correia declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Jurema (PE) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.48170%
- Próprio bolsoR$ 1.29526,1%
- Outros candidatosR$ 1943,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.17884%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4378,8%
- ServiçosR$ 1943,9%
- Material impressoR$ 1462,9%
- EscritórioR$ 160,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Jurema (PE), 2016
Mediana da disputa: R$ 11,4 por voto. Quem venceu, Tibú, gastou R$ 7,14 por voto. O voto mais caro custou R$ 40,1; o mais barato, R$ 7,14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Irmao Fernando CIDADANIAR$ 5,3 mil · 132 votosR$ 40,1
- Edvan Soares PTR$ 6,4 mil · 364 votosR$ 17,5
- Machadinho PLR$ 5,2 mil · 327 votosR$ 15,8
- Bosquinho De Dema PDTR$ 8,6 mil · 656 votosR$ 13,2
- Helio Cardoso PSLR$ 6 mil · 518 votosR$ 11,5
- Danilllo Sales PSBR$ 5,7 mil · 503 votosR$ 11,4
- Paulo De Petrônio PDTR$ 7,9 mil · 778 votosR$ 10,1
- Paulinho Da Rua Nova PLR$ 5,4 mil · 601 votosR$ 9,01
- Marreta De Julieta PSBR$ 6,7 mil · 820 votosR$ 8,14
- Josa De Deda PLR$ 5,6 mil · 700 votosR$ 7,98
- Tibú PLR$ 7,6 mil · 1.059 votosR$ 7,14
Votos por real
- 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 365 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 89 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.