Marcos
Marcos Antonio Chitolina · nasceu em 1969
Marcos se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em todas.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 43 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Marcos declarou R$ 417,5 mil em bens, em reais de hoje: 4,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 32 mil acima da inflação.
Declarou 4,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- MarcosR$ 417,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 13 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Predio de alvenaria 364M²R$ 153,4 milPrédio comercial
- Dinheiro em moeda nacionalR$ 109,6 milDinheiro em espécie
- Caminhonete ranger xl 12D ano/modelo 2000/2001 placa IJP9171R$ 81,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- SicrediR$ 17,4 milQuotas ou quinhões de capital
- Empresa marcos a. chitolina CNPJ:91.038372/0001-62R$ 15,3 milQuotas ou quinhões de capital
- Quota capital sicrediR$ 11 milQuotas ou quinhões de capital
- Lote rural com area 32.500M²R$ 9.258Terra nua
- Lote rural com area 15.593R$ 5.467Terra nua
- Lote rural com area de 13.375M²R$ 4.689Terra nua
- Lote rural com area 23.000M²R$ 4.536Terra nua
- Sicredi invest criançaR$ 4.481Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Terminal telefonico 3545-1231R$ 944Linha telefônica
- Poupança banrisulR$ 364Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcos declarou ao TSE R$ 8,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 6 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Porto Mauá (RS) · PDT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.91898,1%
- Fundo partidárioR$ 1171,9%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 1.51625,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Porto Mauá (RS), 2012
Marcos: R$ 57,5 por voto (mediana da disputa, R$ 70,2). Quem venceu, Gué, gastou R$ 31,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 949; o mais barato, R$ 31,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bom Cabelo PTBR$ 5,7 mil · 6 votosR$ 949
- Celenir PPR$ 6,3 mil · 21 votosR$ 299
- Clair PTBR$ 7,8 mil · 31 votosR$ 250
- Max PPR$ 6,6 mil · 50 votosR$ 131
- Noli PPR$ 17 mil · 145 votosR$ 115
- Dutra PPR$ 8,9 mil · 80 votosR$ 111
- Gervasio PPR$ 9,6 mil · 137 votosR$ 70,2
- Marli PPR$ 5,7 mil · 86 votosR$ 66,7
- Marcos PDTR$ 6 mil · 105 votosR$ 57,5
- Lori Escobal PDTR$ 8,4 mil · 159 votosR$ 52,8
- Neiva PPR$ 9,9 mil · 236 votosR$ 42
- Gué PPR$ 5,9 mil · 186 votosR$ 31,6
Votos por real
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.