Apuração
Vereador · 2008 · PL

Marcos Campanella

Marcos Vinicius Campos Campanella · nasceu em 1971

Marcos Campanella se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSDB2004PSDB2008PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PSDB (2002–2004), PL (2008).

Dep. estadualVereadorPartidoPSDBPL2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 37 anos, superior completo, odontólogo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Pouso Alegre (MG)
    PL 22622· direita
    não eleito
  2. 2004
    Vereador · Pouso Alegre (MG)
    PSDB 45622· centro-direita
    eleito1.591 votos
  3. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PSDB 45622· centro-direita
    suplente997 votos; 424º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Marcos Campanella teve 997 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 424º lugar entre 725 candidatos.

Recebeu votos em 135 cidades. Pouso Alegre deu 68,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 82,5%.

997 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 997 votos.
  1. Pouso Alegre (MG)682 votos68,4%
  2. Belo Horizonte (MG)59 votos5,9%
  3. Congonhal (MG)9 votos0,9%
  4. Itajubá (MG)9 votos0,9%
  5. Juiz de Fora (MG)8 votos0,8%
  6. Outras 120 cidades174 votos17,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Marcos Campanella declarou R$ 661,7 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 661,7 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 245.403 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Marcos CampanellaR$ 661,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 661,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Veiculo mb C180 placa lgw 3461R$ 265,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  2. Em meu poder disponivel em especieR$ 248,6 mil
    Dinheiro e aplicações
  3. Disponivel em especie em conta judicialR$ 74,4 mil
    Dinheiro e aplicações
  4. Casa residencialR$ 59,7 mil
    Imóveis
  5. 2 Consutorios odontologicos na avenida duque de caxiasR$ 8.273
    Imóveis
  6. Saldo bloqueado judicialmenteR$ 3.775
    Dinheiro e aplicações
  7. Conta corrente banco do brasilR$ 1.038
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcos Campanella declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 26 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Pouso Alegre (MG) · PL · não eleito

De onde veio

R$ 9.698
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.698.
  1. Próprio bolsoR$ 4.53846,8%
  2. EmpresasR$ 3.32534,3%
  3. PessoasR$ 1.07111%
  4. Outros candidatosR$ 7637,9%

Para onde foi

R$ 9.698
O maior gasto foi com outros: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.698.
  1. OutrosR$ 5.15953,2%
  2. Material impressoR$ 4.44445,8%
  3. EscritórioR$ 941%

Quanto custou cada voto: vereador, Pouso Alegre (MG), 2008

Mediana da disputa: R$ 26,4 por voto. Quem venceu, Raphael Prado, gastou R$ 9,61 por voto. O voto mais caro custou R$ 123; o mais barato, R$ 9,61.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 997 votos por R$ 1.000, 6,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.