Marcos Borges
Marcos Antonio Borges · nasceu em 1960
Marcos Borges se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PL (2004–2012), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Marcos Borges declarou R$ 284,9 mil em bens, em reais de hoje: 6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 100,7 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2012.
- Marcos BorgesR$ 284,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 47,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 141,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcos Borges declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pontalina (GO) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Pontalina (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 84,6 por voto. Quem venceu, Deusimar Vieira De Marins, gastou R$ 12,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 425; o mais barato, R$ 12,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dora PSCR$ 6,8 mil · 16 votosR$ 425
- Professora Silvinha PSCR$ 6,8 mil · 31 votosR$ 219
- Cristiane Do Sindicato PTR$ 5,7 mil · 45 votosR$ 126
- Silvana PSCR$ 6,8 mil · 58 votosR$ 117
- Maria Do Carmo PSCR$ 6,8 mil · 69 votosR$ 98,4
- Andreia Lopes PSCR$ 6,8 mil · 77 votosR$ 88,2
- Joãozão Do Sindicato PTR$ 8 mil · 94 votosR$ 84,6
- Tullyo Valadão PSLR$ 4,7 mil · 184 votosR$ 25,4
- Noedson Santiago MDBR$ 8 mil · 326 votosR$ 24,5
- Renato Cassimiro AGIRR$ 12 mil · 575 votosR$ 21,3
- Keisy Guimaraes AGIRR$ 3,9 mil · 240 votosR$ 16,3
- Deusimar Vieira De Marins AGIRR$ 4 mil · 311 votosR$ 12,8
Votos por real
- 2020, vereador: 194 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.