Apuração
Vereador · 2020 · DEM

Marcos Bonilla

Marcos Rui Gomes Marona · nasceu em 1959

Marcos Bonilla se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,68← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008DC2012DEM2016DEM2020DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: DC (2008), DEM (2012–2020).

VereadorPartidoDCDEM2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Taquaritinga (SP)
    DEM 25025· direita
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Taquaritinga (SP)
    DEM 25025· direita
    eleito690 votos
  3. 2012
    Vereador · Taquaritinga (SP)
    DEM 25025· direita
    suplente617 votos
  4. 2008
    Vereador · Taquaritinga (SP)
    DC 27127· direita
    suplente537 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Marcos Bonilla declarou R$ 717,3 mil em bens, em reais de hoje: 42 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 388,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 717,3 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 499.384 na declaração)

Declarou 42 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • Marcos BonillaR$ 717,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 717,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Casa na praca guilherme jose francoR$ 603,3 mil
    Casa
  2. Terreno na rua carmelo pacello quadra l lote 7 do…R$ 43,1 mil
    Terreno
  3. BB consorcio de automoveis CNPJ 06.043.050/0001-32R$ 37,9 mil
    Outros bens e direitos
  4. Motocicleta kawasaki ER6NR$ 23 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Poupanca ouro banco do brasilR$ 4.052
    Caderneta de poupança
  6. CDB banco santander ag 0130 c/c 01011977-2R$ 2.339
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  7. Caixa economica federal conta poupanca 23479-1R$ 1.459
    Caderneta de poupança
  8. Caderneta de poupança caixa econômica federal ag 0358 c/c…R$ 1.459
    Caderneta de poupança
  9. Conta corrente junto a caixa economica federalR$ 701
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcos Bonilla declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 12 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Taquaritinga (SP) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 5.802
43% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.802.
  1. Outros candidatosR$ 2.48442,8%
  2. PessoasR$ 1.84031,7%
  3. Próprio bolsoR$ 1.47925,5%

Para onde foi

R$ 3.319
O maior gasto foi com outros: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.319.
  1. OutrosR$ 1.47944,6%
  2. Material impressoR$ 1.41542,6%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 42512,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Taquaritinga (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 35,2 por voto. Quem venceu, Rodrigo De Pietro, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 10,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Macoly Adorno MDBR$ 14 mil · 69 votosR$ 205
  • Jorginho MDBR$ 7,1 mil · 40 votosR$ 177
  • Lindinalva Charlitos Sorvetes MDBR$ 7,1 mil · 63 votosR$ 112
  • Casturina Lima PTR$ 11 mil · 207 votosR$ 53,3
  • Raimundo Do Rancho PSDBR$ 15 mil · 301 votosR$ 50,8
  • Cido Bolivar PSDBR$ 8,2 mil · 205 votosR$ 40
  • Palomino Do Queijo PSBR$ 11 mil · 311 votosR$ 35,2
  • Léo Oliverio MDBR$ 8,2 mil · 240 votosR$ 34
  • Delo Bate Bola DEMR$ 6,3 mil · 352 votosR$ 17,9
  • Arnaldo Baptista MDBR$ 7,1 mil · 398 votosR$ 17,8
  • Tonhão Da Borracharia MDBR$ 7,1 mil · 575 votosR$ 12,3
  • Rodrigo De Pietro DEMR$ 6,5 mil · 624 votosR$ 10,4

Votos por real

  • 2020, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 62 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 52 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.