Apuração
Deputado estadual · 2014 · PC do B

Marcos Bocato

Marcos Alexandre Bocato · nasceu em 1968

Marcos Bocato se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,65← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSB2006PSOL2008PSOL2012PC do B2014PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PSB (2004), PSOL (2006–2008), PC do B (2012–2014).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPSBPSOLPC do B200420062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, não eleito.

Declarou ao TSE em 2014: 46 anos, ensino médio, eletricista e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PC do B 65555· esquerda
    não eleito550 votos; 157º mais votado de 395 no estado
  2. 2012
    Vereador · Três Lagoas (MS)
    PC do B 65555· esquerda
    suplente
  3. 2008
    Vereador · Três Lagoas (MS)
    PSOL 50456· esquerda
    não eleito
  4. 2006
    Deputado federal · Mato Grosso do Sul
    PSOL 5005· esquerda
    não eleito1.599 votos; 40º mais votado de 70 no estado
  5. 2004
    Vereador · Três Lagoas (MS)
    PSB 40333· centro-esquerda· na urna, Marcos Bocato Marquinho
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Marcos Bocato teve 550 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 157º lugar entre 395 candidatos.

Recebeu votos em 11 cidades. Três Lagoas deu 90,5% deles.

550 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 550 votos.
  1. Três Lagoas (MS)498 votos90,5%
  2. Campo Grande (MS)22 votos4%
  3. Paranaíba (MS)12 votos2,2%
  4. Sidrolândia (MS)7 votos1,3%
  5. Selvíria (MS)3 votos0,5%
  6. Terenos (MS)1 voto0,2%
As outras 1 eleições para deputado
1.599 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.599 votos.
  1. Três Lagoas (MS)1.354 votos84,7%
  2. Campo Grande (MS)169 votos10,6%
  3. Dourados (MS)21 votos1,3%
  4. Corumbá (MS)11 votos0,7%
  5. Aquidauana (MS)6 votos0,4%
  6. Outras 7 cidades10 votos0,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Marcos Bocato declarou R$ 304,3 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2006 e 2014, o total subiu R$ 274,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 304,3 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 156.940 na declaração)

Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Mato Grosso do Sul em 2014.

  • Marcos BocatoR$ 304,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 64,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,8 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 304,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcos Bocato declarou ao TSE R$ 158 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 134 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Mato Grosso do Sul · PC do B · não eleito

De onde veio

R$ 133,7 mil
0% veio de fundos públicos; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 133,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 27,9 mil20,9%
  2. PartidoTudo de Partido Comunista Do Brasil-Diretorio Regional MsR$ 23 mil17,2%

Para onde foi

R$ 133,7 mil
O maior gasto foi com pessoal: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 133,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EventosR$ 690,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso do Sul, 2014

Mediana da disputa: R$ 64,9 por voto. Quem venceu, Paulo Corrêa, gastou R$ 37,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 241; o mais barato, R$ 37,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 4,1 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 136 votos por R$ 1.000, 8,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 333 votos por R$ 1.000, 5,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.