Marcos Bicão
Marcos Willian Mota de Castro · nasceu em 1980
Marcos Bicão se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcos Bicão declarou R$ 84,8 mil em bens, em reais de hoje: 3,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 49 mil acima da inflação.
Declarou 3,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Marcos BicãoR$ 84,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Marcos Bicão declarou ao TSE R$ 259 em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Ibiaí (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 16262,5%
- PessoasR$ 9737,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Ibiaí (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 31,5 por voto. Quem venceu, Neu Enfermeiro, gastou R$ 11,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 336; o mais barato, R$ 11,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Sena MDBR$ 2,7 mil · 8 votosR$ 336
- Marcio De Guilherme PSDBR$ 2,7 mil · 17 votosR$ 158
- Afonso De Elita MDBR$ 3,2 mil · 27 votosR$ 120
- Galego AVANTER$ 2,7 mil · 72 votosR$ 37,3
- Jesão De Norma PSBR$ 2,3 mil · 65 votosR$ 34,8
- Tião Seco PODER$ 7 mil · 221 votosR$ 31,5
- Tininho AVANTER$ 3,6 mil · 165 votosR$ 22,1
- Irmao Marcos PSBR$ 5,2 mil · 292 votosR$ 17,9
- Nino PDTR$ 2,3 mil · 175 votosR$ 12,9
- Robson Muniz CIDADANIAR$ 3,2 mil · 276 votosR$ 11,5
- Neu Enfermeiro PSBR$ 2,3 mil · 204 votosR$ 11,2
Votos por real
- 2016, vereador: 144 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.