Marcos Belazi
Antonio Marcos Belazi · nasceu em 1965
Marcos Belazi se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024.
Passou por 2 partidos: PTB (2008–2020), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 59 anos, ensino médio, mecânico de manutenção, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marcos Belazi declarou R$ 169,4 mil em bens, em reais de hoje: 7,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 150,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Marcos BelaziR$ 169,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 7 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Veiculo cruze 2014R$ 53 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1/6 Propriedade agricolaR$ 44,2 milTerra nua
- 1 Casa residencial rua alexandre flemingR$ 38,7 milCasa
- 1/6 Predio comercial rua antonio vendrameR$ 11,2 milPrédio comercial
- 1 Moto 2013R$ 9.390Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1/6 Terreno urbanoR$ 8.016Terreno
- 1/4 Veiculo meriva 2006R$ 4.915Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Marcos Belazi declarou ao TSE R$ 8,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,2 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Piacatu (SP) · REPUBLICANOS · eleito
De onde veio
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Ricardo Francisco Lemes Da Silva PrefeitoR$ 77292,2%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 667,8%
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Piacatu (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 16,6 por voto. Quem venceu, Beto Manhani, gastou R$ 5,58 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,6; o mais barato, R$ 5,58.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bruna Garcez PTR$ 793 · 17 votosR$ 46,6
- Bruno Lopes PTR$ 901 · 26 votosR$ 34,7
- Circinho Brito PTR$ 618 · 21 votosR$ 29,4
- Neia Do Morenito UNIÃOR$ 1,3 mil · 56 votosR$ 23,4
- Professora Verginia UNIÃOR$ 1,3 mil · 60 votosR$ 21,9
- Jozimar Rodrigues PTR$ 618 · 32 votosR$ 19,3
- Dei Do Zé Rosa UNIÃOR$ 1,3 mil · 79 votosR$ 16,6
- Professora Marilei UNIÃOR$ 2,1 mil · 214 votosR$ 9,89
- Zé Genova UNIÃOR$ 1,3 mil · 179 votosR$ 7,33
- Vlamir Fugihara UNIÃOR$ 1,3 mil · 218 votosR$ 6,02
- Jarabaia PTR$ 662 · 114 votosR$ 5,80
- Beto Manhani UNIÃOR$ 1,3 mil · 235 votosR$ 5,58
Votos por real
- 2016, vereador: 240 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 52 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 147 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.