Apuração
Vereador · 2016 · PC do B

Marquinho de Flor de Belo

Marcos Belarmino dos Santos · nasceu em 1977

Marquinho de Flor de Belo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,49← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2016PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2004–2008), PC do B (2016).

VereadorPartidoPTPC do B2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, superior incompleto, servidor público estadual, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Itabi (SE)
    PC do B 65000· esquerda
    suplente28 votos
  2. 2008
    PT 13111· centro-esquerda· na urna, Professor Belarmino
    suplente
  3. 2004
    Vereador · Itabi (SE)
    PT 13123· centro-esquerda· na urna, Marcos Belarmino
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Marquinho de Flor de Belo declarou R$ 114,5 mil em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 114,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 70.500 na declaração)

Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador em Sergipe não declarou nenhum bem em 2016.

Cada quadrado é 1% de R$ 114,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Chao de casa em n sra da gloriaR$ 48,7 mil
    Terreno
  2. Duas tarefas situada na travessiaR$ 32,5 mil
    Terreno rural
  3. C3 citroen 2005/2006R$ 19,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Chao de casa em itabiR$ 9.748
    Terreno
  5. Moto wuyang wy 125 esd 2010/2011R$ 4.062
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Marquinho de Flor de Belo declarou ao TSE R$ 2,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 1,8 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Itabi (SE) · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 283
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 283.
  1. PessoasR$ 16257,1%
  2. Próprio bolsoR$ 12142,9%

Para onde foi

R$ 283
O maior gasto foi com serviços: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Itabi (SE), 2016

Mediana da disputa: R$ 7,32 por voto. Quem venceu, Fabinho De Evandro, gastou R$ 2,05 por voto. O voto mais caro custou R$ 47,8; o mais barato, R$ 2,05.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.