Marcos Aires
Marcos Aires Rodrigues · nasceu em 1974
Marcos Aires se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSOL (2006), PSB (2008), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, superior completo, advogado, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2006Deputado federal · TocantinsPSOL 5020· esquerdanão eleito1.145 votos; 40º mais votado de 70 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Marcos Aires teve 1.145 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 40º lugar entre 70 candidatos.
Recebeu votos em 33 cidades. Ponte Alta do Tocantins deu 56,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcos Aires declarou R$ 2,4 mi em bens, em reais de hoje: 72 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 2,2 mi acima da inflação.
Declarou 72 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2020.
- Marcos AiresR$ 2,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 33 mil
- Mediana dos eleitosR$ 94,1 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcos Aires declarou ao TSE R$ 110 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 59 mil, 13% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Palmas (TO) · PODE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 45,3 mil77%
- Outros candidatosR$ 7.46912,7%
- PessoasR$ 6.08510,3%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 14,6 mil32,3%
- Material impressoR$ 10,5 mil23,2%
- ServiçosR$ 8.49118,8%
- PessoalR$ 5.66112,5%
- InternetR$ 5.13311,4%
- EscritórioR$ 4851,1%
- TransporteR$ 2830,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Palmas (TO), 2020
Mediana da disputa: R$ 105 por voto. Quem venceu, Rogerio Freitas, gastou R$ 54,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 7.278; o mais barato, R$ 54,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Késia Carina REPUBLICANOSR$ 153 mil · 21 votosR$ 7.278
- Mariluce REPUBLICANOSR$ 188 mil · 57 votosR$ 3.301
- Jussi Do Simião REPUBLICANOSR$ 215 mil · 70 votosR$ 3.073
- Rose Ribeiro REPUBLICANOSR$ 144 mil · 58 votosR$ 2.488
- Solange Duaillibe PTR$ 178 mil · 1.147 votosR$ 155
- Daniel Nascimento REPUBLICANOSR$ 139 mil · 1.246 votosR$ 112
- Diogo Fernandes MDBR$ 112 mil · 1.072 votosR$ 105
- Professora Janad Valcari PODER$ 214 mil · 2.083 votosR$ 103
- Moisemar Marinho PDTR$ 161 mil · 1.970 votosR$ 81,5
- Laudecy Coimbra SOLIDARIEDADER$ 126 mil · 1.912 votosR$ 65,9
- Pedro Cardoso DEMR$ 191 mil · 2.925 votosR$ 65,2
- Rogerio Freitas MDBR$ 106 mil · 1.942 votosR$ 54,3
Votos por real
- 2020, vereador: 3,6 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 2,9 votos por R$ 1.000, 13% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 686 votos por R$ 1.000, 15 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.