Marcos Roberto
Marcos Roberto Abramo · nasceu em 1969
Marcos Roberto se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2002.
Passou por 3 partidos: DEM (2002), PP (2006), REPUBLICANOS (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006
- 2002Deputado federal · São PauloDEM 2533· direita· na urna, Marcos Abraãoeleito109.468 votos; 51º mais votado de 703 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Marcos Roberto teve 109.468 votos para deputado federal, 0,6% dos votos válidos do estado: 51º lugar entre 703 candidatos.
Recebeu votos em 409 cidades. São Paulo deu 63,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcos Roberto declarou R$ 63,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 175,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Marcos RobertoR$ 63,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcos Roberto declarou ao TSE R$ 566 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 370 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Betim (MG) · REPUBLICANOS · não eleito
De onde veio
- PartidoR$ 35 mil89,3%
- Próprio bolsoR$ 3.0767,8%
- PessoasR$ 1.1332,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 16 mil40,9%
- PessoalR$ 12,4 mil31,7%
- Material impressoR$ 8.37121,4%
- EscritórioR$ 1.7414,5%
- ServiçosR$ 5671,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Betim (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 126 por voto. Quem venceu, Klebinho Rezende, gastou R$ 82,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 231; o mais barato, R$ 82,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gilson Baeta PDTR$ 412 mil · 1.784 votosR$ 231
- Bruno Audi PODER$ 212 mil · 1.006 votosR$ 211
- Pãozinho PTBR$ 255 mil · 1.434 votosR$ 178
- Ciene Do Pinduca PPR$ 356 mil · 2.198 votosR$ 162
- Carlim Do Amigão PTBR$ 321 mil · 2.157 votosR$ 149
- Divino Lourenço PSDBR$ 203 mil · 1.515 votosR$ 134
- Gilson Da Auto Escola CIDADANIAR$ 244 mil · 1.940 votosR$ 126
- George Susuki CIDADANIAR$ 196 mil · 1.621 votosR$ 121
- Joaquim Bracinho AGIRR$ 245 mil · 2.161 votosR$ 113
- Antonio Carlos PTR$ 198 mil · 1.927 votosR$ 103
- Lindoar PHSR$ 192 mil · 2.174 votosR$ 88,1
- Klebinho Rezende PSDR$ 214 mil · 2.607 votosR$ 82,1
Votos por real
- 2016, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 8,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 296 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.