Apuração
Vereador · 2016 · PP

Marcos

Marcos Lisboa Nogueira · nasceu em 1979

Marcos se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSB2016PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: PSB (2012), PP (2016).

VereadorPartidoPSBPP201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2016: 37 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PP 11666· direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2012
    PSB 40456· centro-esquerda
    eleito217 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Marcos declarou R$ 48,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 104,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 48,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.

  • MarcosR$ 48,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil

Cada quadrado, R$ 2.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 48,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcos declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Cristalândia do Piauí (PI) · PP · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 8.226
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 8.226
O maior gasto foi com serviços: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.226.
  1. ServiçosR$ 4.33952,8%
  2. TransporteR$ 3.88647,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Cristalândia do Piauí (PI), 2016

Mediana da disputa: R$ 30,3 por voto. Quem venceu, Adonias Filho, gastou R$ 22,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 12.779; o mais barato, R$ 22,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.