Marcos
Marcos Antonio Martins do Nascimento · nasceu em 1968
Marcos se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2004), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, até o fundamental, artesão, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcos declarou R$ 56,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte.
Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.
- MarcosR$ 56,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcos declarou ao TSE R$ 3,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Baía Formosa (RN) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.21482,6%
- Material impressoR$ 25617,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Baía Formosa (RN), 2016
Mediana da disputa: R$ 26,2 por voto. Quem venceu, Robson Nobre, gastou R$ 5,73 por voto. O voto mais caro custou R$ 152; o mais barato, R$ 5,73.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cleide De Zé Carlos PTR$ 2,3 mil · 15 votosR$ 152
- Kezia Cavalcanti PTR$ 2,4 mil · 62 votosR$ 39,4
- Fia Ribeiro REPUBLICANOSR$ 4,1 mil · 125 votosR$ 32,5
- Tico De Abel PROSR$ 5,2 mil · 160 votosR$ 32,2
- Magno MDBR$ 9,1 mil · 290 votosR$ 31,5
- Pisca PTR$ 2,7 mil · 92 votosR$ 29,2
- Zequinha PDTR$ 3,9 mil · 149 votosR$ 26,2
- Ernande PSBR$ 2,6 mil · 121 votosR$ 21,7
- Davi PTR$ 3 mil · 141 votosR$ 21,3
- Chico De Josa PTR$ 2,8 mil · 163 votosR$ 17,5
- Airton PSDR$ 3,4 mil · 405 votosR$ 8,40
- Robson Nobre PSDBR$ 2,4 mil · 416 votosR$ 5,73
Votos por real
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 107 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.