Marcone
Marcone Lucena de Medeiros · nasceu em 1949
Marcone se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcone declarou R$ 114,9 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 23,2 mil acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2020.
- MarconeR$ 114,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 50,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcone declarou ao TSE R$ 9,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ipueira (RN) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Ipueira (RN), 2020
Mediana da disputa: R$ 14,7 por voto. Quem venceu, Nilmara Lima, gastou R$ 9,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 53,1; o mais barato, R$ 9,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Clizanilda MDBR$ 1,7 mil · 32 votosR$ 53,1
- Isa Macêdo PLR$ 2,9 mil · 103 votosR$ 27,7
- Victor Pessoa PLR$ 4,8 mil · 186 votosR$ 25,7
- Rafaelzinho MDBR$ 3,1 mil · 129 votosR$ 24
- Fatota MDBR$ 2 mil · 105 votosR$ 18,8
- Kátia Macêdo PLR$ 1,7 mil · 95 votosR$ 18,1
- Ademir MDBR$ 3 mil · 205 votosR$ 14,7
- Ricardo De Pirrita MDBR$ 1,8 mil · 124 votosR$ 14,2
- Beto De Joãozinho PLR$ 1,9 mil · 136 votosR$ 13,7
- Bruninho PLR$ 1,9 mil · 154 votosR$ 12,2
- Elias MDBR$ 1,5 mil · 136 votosR$ 11,4
- Nilmara Lima MDBR$ 1,5 mil · 163 votosR$ 9,07
Votos por real
- 2020, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 4 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.