Apuração
Deputado estadual · 2010 · PT

Marco Túlio

Marcos Tulio Silva · nasceu em 1972

Marco Túlio disputou uma eleição, em 2010, para deputado estadual (Minas Gerais), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPT2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 38 anos, superior completo, eletricista e assemelhados. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PT 13613· centro-esquerda
    suplente2.441 votos; 338º mais votado de 942 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Marco Túlio teve 2.441 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 338º lugar entre 942 candidatos.

Recebeu votos em 166 cidades. Ipatinga deu 27,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,8%.

2.441 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 2.441 votos.
  1. Ipatinga (MG)681 votos27,9%
  2. Coronel Fabriciano (MG)331 votos13,6%
  3. Timóteo (MG)301 votos12,3%
  4. João Monlevade (MG)119 votos4,9%
  5. Alvinópolis (MG)102 votos4,2%
  6. Outras 151 cidades445 votos18,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Marco Túlio declarou R$ 222,5 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 222,5 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 90.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2010.

  • Marco TúlioR$ 222,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 149,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 222,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Marco Túlio declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado estadual · Minas Gerais · PT · suplente

De onde veio

R$ 39,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 39,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 5.62014,3%

Para onde foi

R$ 39,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 73% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 39,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalR$ 1.4173,6%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2010

Mediana da disputa: R$ 51,4 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 18,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 18,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 62 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.