Marco Antônio
Marco Antônio Cartaxo Queiroga Lopes · nasceu em 1969
Marco Antônio se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 4 partidos: PDT (2004–2008), CIDADANIA (2012), PHS (2016), PV (2018–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, superior completo, advogado, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · ParaíbaPV 4343· centro· na urna, Marco Antonio Cartaxocandidatura não chegou à urna
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004Vereador · João Pessoa (PB)PDT 12312· centro-esquerda· na urna, Marco Antônio Cartaxo Queirogasuplente
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marco Antônio declarou R$ 188,7 mil em bens, em reais de hoje: 66 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 137,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 66 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2020.
- Marco AntônioR$ 188,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 2.873
- Mediana dos eleitosR$ 40,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Marco Antônio declarou ao TSE R$ 400 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 184 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · João Pessoa (PB) · PV · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 34,8 mil79,4%
- PessoasR$ 8.49119,4%
- Outros candidatosR$ 5321,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 21,5 mil61,3%
- ServiçosR$ 10,6 mil30,3%
- InternetR$ 2.8308,1%
- EscritórioR$ 1160,3%
Quanto custou cada voto: vereador, João Pessoa (PB), 2020
Mediana da disputa: R$ 64,5 por voto. Quem venceu, Damasio Franca Neto, gastou R$ 23,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 962; o mais barato, R$ 23,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dra Clotilde PSLR$ 141 mil · 147 votosR$ 962
- Professora Raquel PSLR$ 142 mil · 266 votosR$ 532
- Diretor Silva Neto PSLR$ 141 mil · 326 votosR$ 434
- Raquel Santana PSLR$ 289 mil · 677 votosR$ 427
- Dra Rebeca Sodré PSLR$ 290 mil · 2.467 votosR$ 117
- Tárcio Teixeira PSOLR$ 140 mil · 1.353 votosR$ 104
- Helena Holanda PPR$ 151 mil · 2.348 votosR$ 64,5
- Marmuthe Cavalcanti PSLR$ 180 mil · 4.152 votosR$ 43,4
- Marcos Heriques PTR$ 151 mil · 3.927 votosR$ 38,5
- Bispo José Luiz REPUBLICANOSR$ 171 mil · 5.883 votosR$ 29,2
- Eliza PPR$ 135 mil · 5.042 votosR$ 26,8
- Damasio Franca Neto PPR$ 99 mil · 4.251 votosR$ 23,3
Votos por real
- 2020, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.