Márcio Paulino Lulu
Márcio Paulino da Silva Torres · nasceu em 1963
Márcio Paulino Lulu se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 5 partidos: PP (2008), MOBILIZA (2012), MDB (2016), PATRIOTA (2020), SOLIDARIEDADE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 61 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016Vereador · Sete Lagoas (MG)MDB 15699· centro-direita· na urna, Márcio Paulino - Lulusuplente1.019 votos
- 2012Vereador · Sete Lagoas (MG)MOBILIZA 33456· centro-direita· na urna, Marcio Paulino Lulueleito2.167 votos
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Márcio Paulino Lulu declarou R$ 50,8 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 87 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Márcio Paulino LuluR$ 50,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Márcio Paulino Lulu declarou ao TSE R$ 83 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 38 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Sete Lagoas (MG) · SOLIDARIEDADE · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.64147,3%
- Fundo eleitoralR$ 1.17133,8%
- Outros candidatosR$ 65618,9%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.64658,5%
- OutrosR$ 72225,7%
- Material impressoR$ 39414%
- InternetR$ 501,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Sete Lagoas (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 32 por voto. Quem venceu, Eraldo Da Saúde , gastou R$ 21,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,7; o mais barato, R$ 21,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Claudinei Dias PTR$ 43 mil · 472 votosR$ 91,7
- Matheus Rocha Bitoca PODER$ 84 mil · 923 votosR$ 91,2
- Ramsés De Castro PTR$ 65 mil · 1.012 votosR$ 63,8
- Bruna Do Alcunha PTR$ 31 mil · 716 votosR$ 43,8
- Caio Valace PDTR$ 62 mil · 1.487 votosR$ 41,5
- André Longo CIDADANIAR$ 37 mil · 1.103 votosR$ 33,9
- Marcelo Cooperselta Do Mexa-Se MOBILIZAR$ 48 mil · 1.504 votosR$ 32
- Pastor Alcides REPUBLICANOSR$ 58 mil · 1.801 votosR$ 32
- Deyvison Da Acolher Saúde SOLIDARIEDADER$ 60 mil · 1.881 votosR$ 32
- Gilson Liboreiro SOLIDARIEDADER$ 45 mil · 1.541 votosR$ 29,1
- Fabricio Nascimento MOBILIZAR$ 31 mil · 1.313 votosR$ 23,8
- Eraldo Da Saúde PSBR$ 74 mil · 3.497 votosR$ 21,2
Votos por real
- 2024, vereador: 312 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 663 votos por R$ 1.000, 9,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 42 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.