Márcio Oliveira
Márcio Oliveira do Carmo · nasceu em 1972
Márcio Oliveira se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: MDB (2002), CIDADANIA (2004), PODE (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 36 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · AcreMDB 15555· centro· na urna, Marcio Oliveirasuplente1.203 votos; 66º mais votado de 329 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Márcio Oliveira teve 1.203 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 66º lugar entre 329 candidatos.
Recebeu votos em 18 cidades. Rio Branco deu 79,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Márcio Oliveira declarou R$ 377,5 mil em bens, em reais de hoje: 7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre.
Declarou 7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Acre em 2008.
- Márcio OliveiraR$ 377,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 105,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Márcio Oliveira declarou ao TSE R$ 127 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 83 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Rio Branco (AC) · PODE · suplente
De onde veio
- EmpresasR$ 40,2 mil48,4%
- PartidoR$ 16,1 mil19,4%
- PessoasR$ 16,1 mil19,3%
- Próprio bolsoR$ 10,7 mil12,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 37,4 mil45,1%
- OutrosR$ 20,9 mil25,2%
- TransporteR$ 19,1 mil23%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5.3206,4%
- EscritórioR$ 1980,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Branco (AC), 2008
Mediana da disputa: R$ 95,2 por voto. Quem venceu, Ricardo Araujo, gastou R$ 64,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 572; o mais barato, R$ 64,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lílian PTR$ 309 mil · 541 votosR$ 572
- Concita Maia PTR$ 230 mil · 1.343 votosR$ 171
- Germano Marino PTR$ 219 mil · 1.700 votosR$ 129
- Ariane Cadaxo PC do BR$ 240 mil · 2.289 votosR$ 105
- Márcio Batista PC do BR$ 232 mil · 2.222 votosR$ 104
- Pelezinho PTR$ 141 mil · 1.408 votosR$ 100
- Folhinha PTR$ 161 mil · 1.686 votosR$ 95,2
- Maria Antonia PTR$ 125 mil · 1.439 votosR$ 87
- Socorro Ribeiro PTR$ 120 mil · 1.483 votosR$ 81,2
- Gabriel Forneck PTR$ 268 mil · 3.596 votosR$ 74,4
- Rita Paro PTR$ 114 mil · 1.681 votosR$ 67,7
- Ricardo Araujo PTR$ 168 mil · 2.600 votosR$ 64,5
Votos por real
- 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 44 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.