Márcio Martins
Márcio Martins de Oliveira · nasceu em 1987
Márcio Martins se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PT (2008–2010), PP (2012), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 33 anos, superior completo, sacerdote ou membro de ordem ou seita religiosa, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Itapema (SC)PSC 22· direitaNa chapa de Coronel Fereschapa não eleita1.400 votos da chapa, 4,8%
- 2012
- 2010Deputado federal · Santa CatarinaPT 1380· centro-esquerdasuplente1.392 votos; 95º mais votado de 147 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Márcio Martins teve 1.392 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 95º lugar entre 147 candidatos.
Recebeu votos em 109 cidades. Chapecó deu 49,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 83,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Márcio Martins declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 24 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Chapecó (SC) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.84867,7%
- Outros candidatosR$ 2.20125,5%
- Próprio bolsoR$ 5856,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 6.35573,6%
- Material impressoR$ 1.27614,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 92510,7%
- EscritórioR$ 780,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Chapecó (SC), 2012
Mediana da disputa: R$ 59,2 por voto. Quem venceu, Valduga, gastou R$ 31,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 254; o mais barato, R$ 31,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bernardo Pacheco PPR$ 228 mil · 897 votosR$ 254
- Derli Maier MDBR$ 201 mil · 1.437 votosR$ 140
- Dirceu Cecchin - Tiquin CIDADANIAR$ 133 mil · 1.366 votosR$ 97,1
- Lizeu Mazzioni PTR$ 99 mil · 1.086 votosR$ 91,1
- Dra Angela PTR$ 108 mil · 1.193 votosR$ 90,8
- Marchesini PTR$ 139 mil · 1.928 votosR$ 72,1
- Dino MDBR$ 103 mil · 1.731 votosR$ 59,2
- Marcilei Vignatti PTR$ 147 mil · 2.577 votosR$ 57
- Celio Portela PSDR$ 116 mil · 2.118 votosR$ 55
- Americo PSDR$ 151 mil · 3.365 votosR$ 44,9
- Ivaldo Pizzinatto-Gringo PSDR$ 116 mil · 2.793 votosR$ 41,7
- Valduga PC do BR$ 109 mil · 3.502 votosR$ 31,1
Votos por real
- 2012, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 57 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.