Márcio Luiz
Marcio Luiz Reis da Costa · nasceu em 1975
Márcio Luiz se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Márcio Luiz declarou R$ 20,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 1.683 acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Márcio LuizR$ 20,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Márcio Luiz declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Chalé (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.42993,5%
- Próprio bolsoR$ 1706,5%
Para onde foi
- ServiçosR$ 2.42993,8%
- OutrosR$ 1626,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Chalé (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 38 por voto. Quem venceu, Genivaldo Lopes, gastou R$ 18,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 18,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Humberto Gotardo DEMR$ 8,1 mil · 46 votosR$ 176
- Ramon MDBR$ 10 mil · 130 votosR$ 77,8
- Maikin Do Ze Pequeno DEMR$ 7,7 mil · 111 votosR$ 69,1
- Célia Do Adair PSDBR$ 9,1 mil · 143 votosR$ 63,7
- Ronis Da Saúde SOLIDARIEDADER$ 8,8 mil · 143 votosR$ 61,3
- Genezinho PSDBR$ 9,4 mil · 198 votosR$ 47,3
- Gil Do Leir PSDBR$ 10 mil · 265 votosR$ 38
- Nato Do Wilizin PTR$ 6,6 mil · 188 votosR$ 35
- Alaôr PVR$ 6,7 mil · 200 votosR$ 33,5
- Rubens Anacleto DEMR$ 6,7 mil · 234 votosR$ 28,5
- Waltairim DEMR$ 6,9 mil · 295 votosR$ 23,2
- Genivaldo Lopes PSDBR$ 10 mil · 548 votosR$ 18,4
Votos por real
- 2016, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.