Apuração
Vereador · 2016 · PV

Marcio Lubrimar

Marcio Pereira da Silva · nasceu em 1965

Marcio Lubrimar se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPV+0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004CIDADANIA2010AGIR2014REPUBLICANOS2016PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: CIDADANIA (2004), AGIR (2010), REPUBLICANOS (2014), PV (2016).

Dep. estadualVereadorPartidoCIDADANIAAGIRREPUBLICANOSPV2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Pouso Alegre (MG)
    PV 43143· centro
    suplente
  2. 2014
    Deputado estadual · Minas Gerais
    REPUBLICANOS 10111· direita
    suplente2.255 votos; 331º mais votado de 1.055 no estado
  3. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    AGIR 36999· centro-direita· na urna, Márcio Lubrimar
    suplente8.582 votos; 224º mais votado de 942 no estado
  4. 2004
    Vereador · Pouso Alegre (MG)
    CIDADANIA 23400· centro
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Marcio Lubrimar teve 2.255 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 331º lugar entre 1.055 candidatos.

Recebeu votos em 98 cidades. Pouso Alegre deu 51,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,5%.

2.255 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 2.255 votos.
  1. Pouso Alegre (MG)1.159 votos51,4%
  2. Elói Mendes (MG)369 votos16,4%
  3. Guaxupé (MG)59 votos2,6%
  4. Jacutinga (MG)48 votos2,1%
  5. Belo Horizonte (MG)41 votos1,8%
  6. Outras 83 cidades327 votos14,5%
As outras 1 eleições para deputado
8.582 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 8.582 votos.
  1. Pouso Alegre (MG)5.113 votos59,6%
  2. Elói Mendes (MG)755 votos8,8%
  3. Varginha (MG)347 votos4%
  4. Santa Rita de Caldas (MG)222 votos2,6%
  5. Paraguaçu (MG)141 votos1,6%
  6. Outras 89 cidades1.066 votos12,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Marcio Lubrimar declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 44 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2010 e 2016, o total subiu R$ 745,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,3 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 798.500 na declaração)

Declarou 44 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Marcio LubrimarR$ 1,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Um imovel av. vicente simoes 980 e 980/1R$ 1,1 mi
    Outros bens imóveis
  2. Um onibus dieselR$ 97,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Um veiculo vw/gol 1.6 placa gva 3600R$ 58,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Cota do clube de campo fernão diasR$ 4.062
    Outros fundos

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcio Lubrimar declarou ao TSE R$ 317 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 237 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Pouso Alegre (MG) · PV · suplente

De onde veio

R$ 1.295
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.295
O maior gasto foi com pessoal: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.295.
  1. PessoalR$ 77760%
  2. Material impressoR$ 51840%

Quanto custou cada voto: vereador, Pouso Alegre (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 36,4 por voto. Quem venceu, Leandro Morais, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 14,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 464 votos por R$ 1.000, 8,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 9,5 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 130 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.