Marcio Lorenzoni - Bino
Marcio Dalla Corte Lorenzoni · nasceu em 1978
Marcio Lorenzoni - Bino disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Faxinal do Soturno (RS)), pelo PDT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcio Lorenzoni - Bino declarou R$ 344,8 mil em bens, em reais de hoje: 6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Marcio Lorenzoni - BinoR$ 344,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Marcio Lorenzoni - Bino declarou ao TSE R$ 1,4 mil em receitas, em reais de hoje, 12% de dinheiro público.
2020 · Vereador · Faxinal do Soturno (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.27488,2%
- Fundo eleitoralR$ 17011,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 83566,3%
- ServiçosR$ 42533,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Faxinal do Soturno (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Paulo Chelotti, gastou R$ 6,29 por voto. O voto mais caro custou R$ 316; o mais barato, R$ 6,29.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Angelica Prestes PPR$ 3,5 mil · 11 votosR$ 316
- Ana Abascal PPR$ 3,5 mil · 12 votosR$ 289
- Valesca Barbara PPR$ 3,9 mil · 24 votosR$ 161
- Pedro Stieler MDBR$ 5,2 mil · 131 votosR$ 39,4
- Maikol Raddatz PPR$ 2,3 mil · 69 votosR$ 33
- Alex Vestena PPR$ 3,5 mil · 135 votosR$ 26,1
- Professora Lisandra PTR$ 4 mil · 160 votosR$ 24,9
- Calebe Xavier PPR$ 4,1 mil · 216 votosR$ 18,9
- Flavio Chelotti Bebé PPR$ 3,1 mil · 175 votosR$ 17,5
- Luiz Carlos Prevedello PPR$ 2,7 mil · 380 votosR$ 7,14
- Paulão MDBR$ 2,5 mil · 372 votosR$ 6,85
- Paulo Chelotti PPR$ 2,6 mil · 413 votosR$ 6,29
Votos por real
- 2020, vereador: 151 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.