Apuração
Deputado estadual · 2018 · PSL

Marcio Gomes

Marcio Gomes da Silva · nasceu em 1971

Marcio Gomes se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,60← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016DC2018PSL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DC (2016), PSL (2018).

Dep. estadualVereadorPartidoDCPSL20162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 47 anos, ensino médio, administrador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PSL 17657· direita
    suplente1.387 votos; 506º mais votado de 1.255 no estado
  2. 2016
    DC 27657· direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Marcio Gomes teve 1.387 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 506º lugar entre 1.255 candidatos.

Recebeu votos em 147 cidades. Belo Horizonte deu 22,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 61,9%.

1.387 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.387 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)311 votos22,4%
  2. São Lourenço (MG)89 votos6,4%
  3. Mar de Espanha (MG)89 votos6,4%
  4. Itajubá (MG)64 votos4,6%
  5. São João Nepomuceno (MG)52 votos3,7%
  6. Outras 132 cidades529 votos38,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Marcio Gomes declarou R$ 439,8 mil em bens, em reais de hoje: 6,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2018, o total subiu R$ 394,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 439,8 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 289.000 na declaração)

Declarou 6,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2018.

  • Marcio GomesR$ 439,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 65,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 439,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Marcio Gomes declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, em reais de hoje, 11% de dinheiro público.

2018 · Deputado estadual · Minas Gerais · PSL · suplente

De onde veio

R$ 4.240
11% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.240.
  1. Próprio bolsoR$ 3.77088,9%
  2. Fundo partidárioTudo de Partido Social Liberal Diretorio Estadual - Mina GeraisR$ 47011,1%

Para onde foi

Nada declarado em 2018.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2018

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Noraldino Junior, gastou R$ 9,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 9,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.