Marcio Gomes
Marcio Gomes da Silva · nasceu em 1972
Marcio Gomes se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PL (2004), REPUBLICANOS (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 40 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Marcio Gomes declarou R$ 109,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 55,6 mil acima da inflação.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Marcio GomesR$ 109,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcio Gomes declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Juquiá (SP) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Juquiá (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 46,8 por voto. Quem venceu, Adão Do Bar, gastou R$ 23,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 240; o mais barato, R$ 23,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luciana Da Saúde DEMR$ 7 mil · 29 votosR$ 240
- Luiz Do Bar DEMR$ 15 mil · 166 votosR$ 90,4
- Ercias PSBR$ 27 mil · 329 votosR$ 82,8
- Tuchê Da Rádio MDBR$ 11 mil · 166 votosR$ 64,5
- Prof. Gilson DEMR$ 7,6 mil · 122 votosR$ 62,6
- Reinaldo Da Prefeitura DEMR$ 6,1 mil · 117 votosR$ 52,2
- Carlinhos Cabeleireiro PSCR$ 7,3 mil · 157 votosR$ 46,8
- Paulinho Nakayabu PSDBR$ 7 mil · 158 votosR$ 44,5
- Gretti Pinheiro PTBR$ 5,1 mil · 138 votosR$ 36,9
- Prof. Elenice MDBR$ 7,8 mil · 222 votosR$ 35,2
- Maria Ines MDBR$ 8,1 mil · 238 votosR$ 34,2
- Adão Do Bar PSDR$ 5,2 mil · 223 votosR$ 23,2
Votos por real
- 2012, vereador: 105 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 21 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.