Apuração
Deputado estadual · 2014 · PC do B

Marcio Goes

Marcio Roberto Goes · nasceu em 1973

Marcio Goes disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Santa Catarina), pelo PC do B: suplente.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,59← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPC do B2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 40 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Santa Catarina
    PC do B 65300· esquerda
    suplente760 votos; 219º mais votado de 409 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Marcio Goes teve 760 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 219º lugar entre 409 candidatos.

Recebeu votos em 55 cidades. Caçador deu 79,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,2%.

760 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 760 votos.
  1. Caçador (SC)606 votos79,7%
  2. Joinville (SC)13 votos1,7%
  3. Lebon Régis (SC)12 votos1,6%
  4. Florianópolis (SC)11 votos1,4%
  5. Salto Veloso (SC)9 votos1,2%
  6. Outras 40 cidades52 votos6,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Marcio Goes declarou R$ 27,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 27,1 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 14.000 na declaração)

Declarou 9% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Santa Catarina em 2014.

  • Marcio GoesR$ 27,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 290,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 27,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Marcio Goes declarou ao TSE R$ 58 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado estadual · Santa Catarina · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 57,5 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 57,5 mil.
  1. PartidoTudo de Partido Comunista Do BrasilR$ 43,7 mil75,9%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 12,5 mil21,7%
  3. Próprio bolsoR$ 1.3542,4%

Para onde foi

R$ 57,5 mil
O maior gasto foi com transporte: 30% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 57,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal10 pessoas, não nomeadasR$ 13,5 mil23,5%
  2. OutrosR$ 1360,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Santa Catarina, 2014

Mediana da disputa: R$ 38,3 por voto. Quem venceu, José Nei Ascari, gastou R$ 15,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 243; o mais barato, R$ 15,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 13 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.