Apuração
Vereador · 2016 · PV

Marcio Dib

Marcio Fernando Dib · nasceu em 1965

Marcio Dib se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,15← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PT2016PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2012), PV (2016).

VereadorPartidoPTPV201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, superior completo, jornalista e redator, cor amarela. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PV 43500· centro
    suplente146 votos
  2. 2012
    PT 13000· centro-esquerda
    não eleito100 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Marcio Dib declarou R$ 2.630 em bens, em reais de hoje.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2.630
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.200 na declaração)

Declarou 8% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • Marcio DibR$ 2.630
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 2.630. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcio Dib declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Cristais Paulista (SP) · PV · suplente

De onde veio

R$ 669
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 669.
  1. Outros candidatosR$ 41862,5%
  2. Próprio bolsoR$ 25137,5%

Para onde foi

R$ 669
O maior gasto foi com material impresso: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 669.
  1. Material impressoR$ 41862,5%
  2. ServiçosR$ 24336,3%
  3. EscritórioR$ 81,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Cristais Paulista (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 14,1 por voto. Quem venceu, Gian, gastou R$ 8,77 por voto. O voto mais caro custou R$ 29,6; o mais barato, R$ 8,77.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 146 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.