Apuração
Vice-prefeito · 2024 · REPUBLICANOS

Márcio da Lojinha

Márcio Dornelas · nasceu em 1951

Márcio da Lojinha se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,44← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2012DEM2016REPUBLICANOS2020CIDADANIA2024REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PDT (2004), DEM (2012), REPUBLICANOS (2016), CIDADANIA (2020), REPUBLICANOS (2024).

PrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPDTDEMREPUBLICANOSCIDADANIAREPUBLICANOS’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 73 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vice-prefeito · Mathias Lobato (MG)
    REPUBLICANOS 10· direita
    Na chapa de Luzinaldo
    chapa não eleita135 votos da chapa, 4,7%
  2. 2020
    CIDADANIA 23177· centro-direita· na urna, Marcio da Lojinha
    não eleito
  3. 2016
    REPUBLICANOS 10123· direita· na urna, Marcio da Lojinha
    suplente
  4. 2012
    DEM 25607· direita· na urna, Marcio da Lojinha
    suplente
  5. 2004
    PDT 12· centro-esquerda· na urna, Marcio da Lojinha
    não eleito52 votos, 2,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Márcio da Lojinha declarou R$ 220,9 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2024.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 220,9 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 200.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 220,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Márcio da Lojinha declarou ao TSE R$ 2,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 802, 65% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Mathias Lobato (MG) · CIDADANIA · não eleito

De onde veio

R$ 802
65% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Mathias Lobato (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 45,7 por voto. Quem venceu, Sargento Walter, gastou R$ 10,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 743; o mais barato, R$ 10,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.