Marcio da Farmacia
Marcio Moreira Talacimon · nasceu em 1980
Marcio da Farmacia se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MOBILIZA (2008), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcio da Farmacia declarou R$ 15,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 6.364 acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Marcio da FarmaciaR$ 15,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Marcio da Farmacia declarou ao TSE R$ 2,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2020 · Vereador · Buri (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.67078,1%
- Outros candidatosR$ 46721,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.02594,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 423,9%
- EscritórioR$ 201,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Buri (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,6 por voto. Quem venceu, Naldo Do Ordo, gastou R$ 2,55 por voto. O voto mais caro custou R$ 140; o mais barato, R$ 2,55.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pedro Tavares PPR$ 14 mil · 103 votosR$ 140
- Maria De Fátima PODER$ 8,8 mil · 159 votosR$ 55,6
- Chico Lopes PPR$ 10 mil · 215 votosR$ 48
- Tiago Jk Construções PSLR$ 2,5 mil · 71 votosR$ 34,5
- Renatinho Genro Do Amadeu PSLR$ 8,2 mil · 333 votosR$ 24,8
- Maciel Do Fama PSDBR$ 11 mil · 530 votosR$ 20,8
- Zé Carlos Tiu Zé PODER$ 1,7 mil · 138 votosR$ 12,6
- Celsinho PPR$ 4 mil · 333 votosR$ 11,9
- Ronaldo Da Saúde PODER$ 8,4 mil · 796 votosR$ 10,5
- Leh Mendes PODER$ 2,3 mil · 333 votosR$ 6,77
- Gabriel Comeron PPR$ 2,3 mil · 391 votosR$ 5,98
- Naldo Do Ordo PSDR$ 3,3 mil · 1.289 votosR$ 2,55
Votos por real
- 2020, vereador: 152 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.