Marcio da Aldenora
Marcio de Souza Gomes · nasceu em 1971
Marcio da Aldenora se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2008), PROS (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcio da Aldenora declarou R$ 74,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 46,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2020.
- Marcio da AldenoraR$ 74,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 33 mil
- Mediana dos eleitosR$ 94,1 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcio da Aldenora declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Itacajá (TO) · PROS · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Itacajá (TO), 2020
Mediana da disputa: R$ 9,43 por voto. Quem venceu, Osorinho, gastou R$ 3,75 por voto. O voto mais caro custou R$ 226; o mais barato, R$ 3,75.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marivania Abreu Mota De Brito PTBR$ 1,1 mil · 5 votosR$ 226
- Eliane Alves Pereira PTBR$ 1,1 mil · 16 votosR$ 70,8
- Isadora Diamantino PTBR$ 3,3 mil · 225 votosR$ 14,5
- Marcelino Junior PTBR$ 2,8 mil · 217 votosR$ 13
- Maxixe PSCR$ 1,4 mil · 117 votosR$ 12,1
- Cida Lopes PSCR$ 1,4 mil · 120 votosR$ 11,8
- Codó PSCR$ 1,4 mil · 150 votosR$ 9,43
- Betânia Guedes PSCR$ 2,8 mil · 382 votosR$ 7,41
- Renato Krahô PTBR$ 1,7 mil · 255 votosR$ 6,68
- Berto PTBR$ 1,5 mil · 289 votosR$ 5,19
- Professor Júlio César Ahtorkã PTBR$ 1,5 mil · 385 votosR$ 3,84
- Osorinho PTBR$ 1,1 mil · 302 votosR$ 3,75
Votos por real
- 2016, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.